
Na manhã desta terça-feira (12), o prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), abordou a recomendação emitida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) referente à venda de um terreno no Corredor da Vitória. Durante a entrega da nova Central de Acessibilidade Comunicacional de Salvador (CACS), o prefeito destacou que já existe um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) estabelecido com o MP-BA, delineando os procedimentos para a venda das áreas verdes da cidade. Esse acordo foi firmado apenas após a aprovação do projeto pela Câmara de Vereadores da capital baiana.
“Ontem [segunda-feira, 11], nossa equipe se reuniu [com o promotor que emitiu a recomendação] e esclareceu os pontos e as dúvidas existentes em relação às informações que ele tinha. Acho que foi uma reunião esclarecedora. Espero, inclusive, que este procedimento seja arquivado, tendo em vista que ele [o projeto para a venda da área verde] está dentro da legalidade. Tenho convicção que o que estou fazendo é o melhor para a cidade, especialmente para as pessoas mais pobres de Salvador”, declarou Bruno Reis, assegurando que nenhum empreendimento será erguido no local sem a aprovação da prefeitura.
Ao abordar a área na Vitória alvo da transação, o prefeito ressaltou seu potencial construtivo. “Não vai ser construído um bloco, não vai ter uma pá de cimento. Portanto, [o local] vai continuar sendo uma área de proteção ambiental e uma área verde e que vai render para a cidade, ao longo de um ano, R$ 58 milhões. É uma área em que ninguém pisa lá, porque só chega lá quem tem grandes iates e píeres no Corredor da Vitória”, afirmou.
Além disso, Bruno Reis defendeu a necessidade de ampliação da base arrecadatória da prefeitura de Salvador e enviou uma mensagem àqueles que residem nas proximidades do terreno que pode ser leiloado pela gestão municipal.


















