O nome do ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo, voltou ao centro das articulações políticas para a formação da chapa majoritária no estado. Segundo lideranças do grupo, Nilo passou a defender a possibilidade de ocupar a vaga de vice-governador, diante da sinalização de que o senador
Angelo Coronel pretende concentrar sua atuação exclusivamente na disputa pela reeleição ao Senado.
Inicialmente, Marcelo Nilo se colocou como pré-candidato ao Senado, mas sempre deixou claro, em conversas internas, que abriria mão da postulação caso o grupo optasse por um nome com maior representatividade política e eleitoral.
O entendimento, segundo aliados, era de que a prioridade seria a viabilidade da chapa, e não projetos individuais.
Com a decisão de Coronel de permanecer na corrida ao Senado, o desenho político mudou. A possibilidade de Nilo compor a chapa como vice passou a ser discutida de forma mais objetiva, embora ainda não haja definição oficial.
Nos bastidores, a dúvida que circula é se, desta vez, Marcelo Nilo conseguirá integrar a chapa majoritária ou se novamente ficará fora da composição final — cenário que já se repetiu em disputas anteriores.
Aliados afirmam que o fator determinante será o sentimento do eleitorado. Levantamentos internos indicam que mais de 65% da população baiana defende uma mudança no comando do estado, dado que tem orientado as negociações políticas.
Nesse contexto, o discurso é de que o principal compromisso de Marcelo Nilo é com a construção de uma chapa competitiva, capaz de vencer as eleições e promover uma mudança efetiva nos rumos da Bahia.
A expectativa é que as definições avancem nas próximas semanas, à medida que as conversas internas se intensificam e o cenário eleitoral começa a ganhar contornos mais claros.

















