Enquanto você, cidadão brasileiro, se desdobra para pagar suas contas e impostos, a primeira-dama Janja segue em sua cruzada para melhorar a própria imagem – com o SEU dinheiro, é claro!
O Partido dos Trabalhadores lançou recentemente uma campanha nas redes sociais para defender a imagem da esposa do presidente, após uma enxurrada de críticas. Ora, desde quando precisamos gastar dinheiro público para defender alguém que sequer foi eleita pelo voto popular?
A verdade nua e crua é que a primeira-dama já possui um gabinete com cerca de 20 assessores e um orçamento que faria qualquer brasileiro comum passar mal ao saber o valor. Segundo o site “Janjômetro”, os gastos associados à primeira-dama chegam a impressionantes R$ 4 mil POR HORA desde 2023!
E o pior: em abril deste ano, o governo ainda oficializou uma estrutura para bancar as atividades de Janja, com regras de “transparência” que mais parecem uma cortina de fumaça.Como diria Boris Casoy: “Isso é uma vergonha!” Uma figura não eleita, sem mandato popular, gastando milhões em viagens internacionais e agora com uma campanha para melhorar sua imagem. Enquanto isso, o brasileiro comum segue pagando a conta e assistindo a esse festival de gastança sem precedentes.
VANDALISMO COM PATROCÍNIO POLÍTICO: A VERGONHA DA CÂMARA DE SALVADORSalvador presenciou cenas lamentáveis recentemente, quando vândalos invadiram a Câmara Municipal sob o comando do deputado estadual Hilton Coelho e do ex-candidato Kleber Rosa, junto com alguns sindicatos.
O resultado? Quebra-quebra, agressões físicas e morais a servidores, vereadores e vereadoras.O mais revoltante é que os mesmos que apoiaram o vandalismo na hora da invasão sumiram da Câmara quando deveriam estar contendo os atos de violência. É o típico caso de quem joga a pedra e esconde a mão.
Cadê a responsabilidade? Cadê o respeito com o dinheiro público que será usado para reparar os danos? Cadê o respeito com os servidores agredidos?Esse tipo de comportamento é inaceitável em qualquer democracia que se preze. Protestar é um direito, vandalizar é crime. E quando um deputado estadual, que deveria dar o exemplo, lidera atos como esse, temos um problema sério de representatividade.
O povo baiano merece representantes que respeitem as instituições, não que as destruam.OLIVIA SANTANA E OS R$ 9.700,00: A MATEMÁTICA DA INDIFERENÇAEnquanto a Bahia bate recordes de criminalidade e se consolida como o estado com maior número de facções criminosas do país, a deputada estadual Olivia Santana parece viver em outra realidade. Seu fundo para vítimas de policiais destina apenas uma bolsa no valor de R$ 9.700,00 – uma quantia que, diante da dimensão do problema, é quase uma ofensa.A matemática é simples: como dividir esse valor entre tantas famílias afetadas pela violência?
É como tentar esvaziar o oceano com um dedal. Enquanto isso, a deputada nada faz contra o verdadeiro problema: o avanço desenfreado da criminalidade que vitima inocentes diariamente.
A Bahia precisa de políticas públicas sérias de segurança, não de medidas paliativas que mais parecem jogadas de marketing político. Enquanto os políticos não encararem a realidade com seriedade, continuaremos a ver números alarmantes de violência e a população seguirá refém do medo.
LÉO PRATES: UMA VOZ PELOS MOTORISTAS DE APLICATIVOEm meio a tantas críticas, é importante destacar quem realmente trabalha pelo povo. O deputado federal Leo Prates (PDT-BA) tem se destacado por sua atuação em defesa dos motoristas de aplicativo. Por iniciativa dele, a Comissão do Trabalho da Câmara Federal irá à Bahia para debater a regulamentação dessa categoria profissional que tanto contribui para a mobilidade urbana.Como motorista de aplicativo, sei bem os desafios que enfrentamos diariamente.
É reconfortante ver um parlamentar que entende nossas demandas e luta por condições mais justas. Prates também tem sido atuante na Comissão Especial sobre Prevenção e Auxílio a Desastres e Calamidades Naturais, tema especialmente relevante para nosso estado que sofre tanto com secas quanto com enchentes.
Recentemente, o deputado cobrou ações do Governo do Estado sobre a questão das secas que afetam diversas regiões baianas. É esse tipo de fiscalização e cobrança que esperamos de nossos representantes – alguém que use seu mandato para dar voz aos problemas reais da população.
MARCELLE MORAES: EM DEFESA DA MEDICINA VETERINÁRIA DE QUALIDADEA vereadora Marcelle Moraes, médica veterinária de formação, levantou uma bandeira importante ao criticar duramente a possibilidade de cursos de Medicina Veterinária na modalidade EAD. Em suas redes sociais, ela questionou: “Como aceitar que uma profissão que exige prática, sensibilidade e contato direto com os animais seja ensinada à distância?”
A pergunta é mais que pertinente. Imaginem um veterinário que nunca tocou em um animal durante sua formação tentando realizar uma cirurgia ou diagnosticar uma doença. É um absurdo que coloca em risco não apenas os animais, mas toda a saúde pública, já que esses profissionais também atuam no controle de zoonoses.
Marcelle está certa ao cobrar a revogação dessa norma do Ministério da Educação. Algumas profissões simplesmente não podem prescindir da prática presencial, e a Medicina Veterinária é uma delas. Sua luta é por uma formação de qualidade e pelo bem-estar animal – causas que deveriam unir todos nós, independentemente de posições políticas.As opiniões expressas nesta coluna são de responsabilidade exclusiva do autor e não refletem, necessariamente, a posição editorial deste veículo de comunicação.
OLHAR CRÍTICO: A POLÍTICA SEM FILTRO por Siqueira Costa Júnior – Empreendedor, articulador político com mais de 16 anos de militância, motorista de aplicativo, pai, avô



















