Empresária afirmou que setor produtivo não foi ouvido no debate e disse que proposta “vendeu uma mentira ao trabalhador brasileiro”
A presidente da ACB Bahia, Isabela Soares, participou de um Congresso Imobiliário realizado nesta semana e aproveitou o espaço para defender o setor empresarial, elogiar lideranças femininas do segmento jurídico e imobiliário e fazer duras críticas às discussões nacionais envolvendo a redução da jornada de trabalho no modelo conhecido como escala 6×1.
Durante o evento, Isabela fez referência à presidente da instituição organizadora do Congresso Baiano Imobiliário, Amélia, destacando sua trajetória, liderança e contribuição para o fortalecimento do setor.
Em seu discurso, a empresária ressaltou a importância da presença feminina em espaços de poder e afirmou que Amélia se tornou uma referência para diversas mulheres do meio empresarial e jurídico.
A presidente da ACB também fez questão de agradecer publicamente à atuação de Amélia junto ao Grupo Soares. Segundo Isabela, o trabalho desenvolvido por ela foi determinante para o crescimento e consolidação empresarial da empresa.
“A história de sucesso do nosso grupo passa muito pela atuação dela. A Soares Incorporações Imobiliárias não teria sido a mesma sem o trabalho jurídico e estratégico desenvolvido ao longo desses anos”, afirmou.
Além das homenagens, Isabela Soares adotou um tom firme ao comentar pautas econômicas e trabalhistas discutidas nacionalmente.
A empresária criticou diretamente a proposta de redução da jornada de trabalho e afirmou que a classe produtiva brasileira vem sendo ignorada em debates que impactam diretamente a economia do país.
Segundo ela, empresários não estão sendo ouvidos nas discussões e decisões tomadas em Brasília. Isabela afirmou ainda que medidas aprovadas sem diálogo poderão trazer consequências econômicas severas no futuro e criticou o que classificou como uma narrativa enganosa apresentada à população.
“Promovem uma redução de jornada contando uma mentira para o trabalhador brasileiro, como se não houvesse consequências. A gente sabe que isso não é verdade e que a conta vai chegar”, declarou.
A presidente da ACB

















