Associação Comercial da Bahia amplia diálogo com empresários, interioriza ações e convoca setor produtivo para participar das decisões estratégicas do estado
A Associação Comercial da Bahia (ACB), entidade empresarial mais antiga do país, realiza nesta terça-feira (28), às 17h, no auditório da JUCEB, em Salvador, a 6ª Reunião da Diretoria Plenária. O encontro chega em um momento simbólico de renovação institucional, marcado pela gestão da presidente Isabela Suarez, que vem imprimindo uma agenda mais moderna, participativa e conectada com os desafios reais do setor produtivo baiano.
Desde que assumiu a presidência da entidade para o biênio 2025/2027, Isabela Suarez tem defendido uma ACB mais presente nos debates públicos, próxima do comércio, das micro e pequenas empresas, da indústria, do agronegócio e dos empreendedores independentes. Em seu discurso de posse, destacou que a associação não deve falar apenas em nome do comércio tradicional, mas de toda a classe produtiva baiana.
Na prática, esse reposicionamento já começa a ganhar musculatura institucional. A nova gestão abriu espaço para pautas ligadas à sustentabilidade, segurança pública, mobilidade urbana, desburocratização, empreendedorismo feminino e fortalecimento dos pequenos negócios. A ACB também intensificou a escuta ativa do empresariado para definir prioridades estratégicas de 2026, além de promover debates sobre temas como impactos do VLT, mudanças na escala de trabalho 6×1 e estabilidade do Simples Nacional para micro e pequenas empresas.
Outro movimento relevante da presidente tem sido a aproximação com municípios do interior e diferentes polos econômicos da Bahia. Isabela Suarez vem ampliando a presença institucional da ACB fora da capital, participando de agendas regionais, encontros empresariais e articulações voltadas ao desenvolvimento local. A leitura é clara: uma entidade de 214 anos só seguirá relevante se falar com toda a Bahia, e não apenas com Salvador.
A reunião plenária desta terça também reforça essa estratégia. Entre os temas previstos estão o restauro da própria ACB, o lançamento da Câmara de Urbanismo e o edital de leilão do antigo prédio da Embasa — assuntos que dialogam diretamente com revitalização urbana, ambiente de negócios e futuro econômico da capital.
Mais do que uma agenda administrativa, o encontro se transforma em um chamado ao setor produtivo. A presença do empresário é essencial nesse debate. Quando quem gera emprego, renda e investimento ocupa os espaços institucionais, as decisões tendem a ser mais técnicas, realistas e alinhadas ao crescimento econômico.
A nova fase da Associação Comercial da Bahia aponta justamente nessa direção: menos simbolismo e mais protagonismo. Menos nostalgia institucional e mais entrega. Com Isabela Suarez no comando, a ACB busca se reinventar para voltar a ser voz ativa de quem move a economia baiana.

















