Tricolor reage no segundo tempo, mas esbarra em falhas iniciais; Rogério Ceni critica postura da equipe e admite limitação física de Everton Ribeiro.
O Bahia viu chegar ao fim a série de cinco vitórias seguidas como mandante ao ser superado por 3 a 2 pelo Fortaleza, na noite desta quinta-feira, em duelo válido pela 34ª rodada do Brasileirão. O time cearense foi mais eficiente desde o início e marcou com Bareiro, Herrera e Deyverson. Willian José e Tiago diminuíram para o Tricolor.
A equipe baiana teve um primeiro tempo abaixo do esperado, permitindo que o Fortaleza abrisse dois gols de vantagem ainda antes do intervalo. A reação veio na segunda etapa, com mais agressividade e volume ofensivo, mas insuficiente para evitar o revés.
Na coletiva, o técnico Rogério Ceni fez críticas contundentes ao desempenho inicial do elenco. Para ele, a falta de intensidade e a fragilidade defensiva foram determinantes.
Segundo o treinador, o impacto positivo de Everton Ribeiro na etapa final reforça sua importância, mas o meia ainda não reúne condições físicas para iniciar uma partida. Ceni destacou que o jogador segue em processo de recuperação após cirurgia e não consegue sustentar o ritmo competitivo desde o primeiro minuto.
Com a derrota, o Bahia permanece com 53 pontos e agora ocupa a sétima colocação, dois atrás do Botafogo — primeira equipe dentro do G-5. O próximo compromisso será neste domingo, novamente na Arena Fonte Nova, contra o Vasco, em confronto direto por vagas na parte de cima da tabela.
Ceni também chamou atenção para a necessidade de elevar o nível de concentração na reta final do campeonato. Ele afirmou que, apesar do bom preparo físico, o time oscilou mentalmente e falhou em ações sem a bola, ponto que considera decisivo para quem busca classificação direta à Libertadores.

















