Partido acusa governador de obstrução de justiça e improbidade administrativa em mobilizações sobre os atos de 8 de janeiro
O PT protocolou ações contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em duas frentes: no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Ministério Público de São Paulo (MP-SP). A legenda acusa o chefe do Executivo paulista de obstrução de justiça e uso da máquina pública em articulações favoráveis à anistia dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
A representação no STF foi apresentada pelo deputado federal Rui Falcão (PT-SP), enquanto o deputado estadual Paulo Fiorilo (PT-SP) acionou o MP-SP com pedido de investigação por improbidade administrativa. Segundo Fiorilo, Tarcísio teria usado sua posição institucional para fins pessoais, uma vez que a defesa da anistia não estaria vinculada às atribuições do governo estadual.
O governador, por sua vez, promoveu encontros com integrantes do Republicanos e com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Mota (Republicanos-PB), para tratar do tema. O PT alega que tais movimentações vão de encontro ao dever de defesa da soberania nacional.





















