No Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado neste sábado (14), a Organização Mundial da Saúde (OMS) enfatizou que uma única doação de sangue tem o potencial de salvar até três vidas.

“A generosidade dos doadores de sangue não apenas salva vidas, mas também fortalece comunidades e encarna o espírito de solidariedade humana. É um dia para expressar gratidão, bem como para destacar a necessidade contínua e urgente de doações de sangue seguras e regulares”.
De acordo com a entidade, o acesso a sangue e produtos derivados do sangue de forma segura é fundamental para alcançar a cobertura universal de saúde, além de ser um componente essencial para sistemas de saúde eficazes e sustentáveis.
“Governos e entidades parceiras devem priorizar o investimento em programas nacionais de sangue robustos, a fim de garantir o acesso universal a transfusões de sangue seguras”, reiterou a OMS.
Os objetivos principais da campanha deste ano incluem:
- conscientizar a população em geral sobre a necessidade crítica de doações de sangue e plasma, bem como sobre o impacto positivo que essas doações têm na vida dos pacientes que recebem essas doações;
- incentivar novos doadores e aqueles que já doam regularmente a manterem seu compromisso, ajudando a garantir um suprimento estável e suficiente de sangue;
- destacar o papel crucial dos doadores de sangue na melhoria da saúde e do bem-estar de outras pessoas, promovendo valores como a solidariedade, a empatia e a compaixão por meio da doação de sangue;
- mobilizar o apoio de governos e parceiros de desenvolvimento para investir e manter programas nacionais de doação de sangue, visando alcançar o acesso universal a transfusões de sangue seguras em todo o mundo.
“Independentemente de onde esteja ou quem seja, qualquer indivíduo que necessite de uma transfusão de sangue deve ter acesso rápido e seguro a este recurso. No entanto, em muitos casos, especialmente em situações de emergência ou em locais onde os sistemas de doação de sangue ainda estão se desenvolvendo, a demanda frequentemente ultrapassa a oferta disponível”, alertou a OMS.
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