Ao fim de 2024, um total de 1.507.569 motoristas profissionais no Brasil estava com o exame toxicológico vencido, de acordo com dados divulgados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). O exame, obrigatório para motoristas de ônibus, caminhões e carretas, tem como objetivo garantir que esses profissionais não estejam dirigindo sob a influência de substâncias psicoativas, ajudando a prevenir acidentes nas vias.
Givaldo Vieira, presidente da Associação Nacional dos Detrans (AND), destaca que a manutenção do exame em dia é essencial para a segurança nas estradas. “O exame toxicológico assegura que o motorista esteja apto a conduzir com segurança, tanto para ele quanto para os outros usuários das vias”, afirma Vieira, ressaltando também que o teste pode identificar problemas de saúde relacionados ao consumo de substâncias prejudiciais.
De acordo com a legislação, motoristas habilitados nas categorias C, D e E e com menos de 70 anos devem realizar o exame a cada 2,5 anos. O descumprimento dessa exigência pode resultar em multa de até R$ 1.467,35, valor que pode ser dobrado em caso de reincidência. O teste é uma ferramenta de prevenção, que visa garantir que os motoristas estejam em plenas condições para transportar pessoas e cargas de forma segura.

















