A juíza federal Gabriela Hardt, que ocupava o posto de substituta de Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba durante a Operação Lava Jato, permanecerá recebendo sua remuneração normalmente, mesmo após seu afastamento pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Conforme dados do Portal da Transparência do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), Hardt tem uma remuneração base de R$ 33.924,93, que, somada a gratificações e indenizações, chega a aproximadamente R$ 50 mil mensais.
A manutenção do pagamento salarial é uma prática padrão para qualquer magistrado que seja alvo de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD). Isso ocorre porque é necessário que a investigação e os encaminhamentos sejam concluídos antes que haja algum impacto financeiro sobre o servidor público.
O afastamento de Gabriela Hardt foi determinado após uma fiscalização do CNJ identificar irregularidades na gestão das multas provenientes dos acordos de delação e leniência firmados no âmbito da Operação Lava Jato.















