O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem enfrentado críticas e insatisfações após promover cortes de mais de R$ 4 bilhões em despesas discricionárias de diversos ministérios neste ano. Entre as pastas afetadas estão o Ministério da Defesa, a Polícia Federal e a Abin (Agência Brasileira de Inteligência).
Segundo informações apuradas pela Folha de São Paulo, o Ministério da Defesa está entre os mais impactados pelos cortes realizados em 2024 por Lula, visando ajustar o Orçamento às regras do novo arcabouço fiscal. O órgão sofreu uma redução de R$ 280 milhões durante o ano, alegando que este é o menor volume de recursos disponíveis em uma década.
No balanço dos cortes efetuados em 2024, o Ministério da Fazenda foi o mais afetado, perdendo R$ 485 milhões, seguido pelos ministérios dos Transportes e da Defesa, ambos com cortes de cerca de R$ 280 milhões cada.
Além disso, a Polícia Federal também teve uma significativa perda de recursos, totalizando R$ 122 milhões em cortes. Em nota, o órgão afirmou que sequer foi consultado sobre quais áreas seriam atingidas pelas medidas de contenção de gastos.















