O deputado federal Adolfo Viana (PSDB) rejeitou qualquer possibilidade de interferência da votação que resultou na manutenção da prisão do deputado Chiquinho Brazão (UB) na eleição para a presidência da Câmara dos Deputados, prevista para fevereiro do próximo ano.
Após a votação, dois deputados foram alvo de críticas. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), foi censurado pela forma como conduziu o caso. Enquanto isso, o deputado baiano Elmar Nascimento (UB) foi um dos cinco parlamentares do estado que votaram contra a manutenção da prisão de Brazão.
Em declarações ao BNews, Viana descartou que Lira e Elmar tenham enfrentado desgaste com o Congresso ou que o episódio possa impactar a eleição da Câmara, uma vez que o pleito ainda está distante.
“Eu acho que não há qualquer tipo de correlação [entre os pontos]. Eu ouvi a imprensa dar esse tipo de notícia. Mas, de fato, não acho que haja correlação alguma. Não vejo relação entre a votação que ocorreu em relação à manutenção da prisão do deputado Chiquinho e a futura eleição para a presidência da Câmara. Até porque a eleição para a presidência da Câmara está muito distante, será em fevereiro de 2025”, afirmou o parlamentar tucano.
















