Nesta sexta-feira (5), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, recusou o pedido para desbloquear as duas contas-salários do delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro. A informação foi divulgada pelo portal O Globo.
Barbosa foi detido pela Polícia Federal (PF) no último domingo (25), juntamente com os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, sob suspeita de planejarem os assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorridos em 2018.
Atualmente, o ex-chefe da Polícia Civil recebe cerca de R$ 32 mil líquidos mensais, além de aproximadamente R$ 4 mil provenientes de seu trabalho como professor em uma universidade particular.
Na mesma decisão, Moraes também rejeitou o pedido da defesa de Barbosa para alterar o horário de recolhimento domiciliar imposto pelo STF à sua esposa, Érika Andrade de Almeida Araújo, que é investigada por envolvimento em organização criminosa e corrupção.
Érika é apontada pela PF como responsável por empresas que teriam lavado dinheiro oriundo de atividades ilegais supostamente praticadas por Barbosa.
Para o ministro Moraes, as medidas cautelares impostas ao casal devem ser mantidas para garantir a integridade do processo criminal sem interferências externas.















