Na manhã desta sexta-feira (15), um leilão de um terreno localizado na área verde do Corredor da Vitória, em Salvador, foi realizado na Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz), desafiando uma recomendação judicial. Contudo, a sessão foi abruptamente suspensa minutos depois devido a uma decisão judicial impetrada pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo da Bahia (CAU).
O terreno em questão, anteriormente parte do condomínio Mansão Carlos Costa Pinto, foi cedido para a prefeitura de Salvador, possibilitando sua inclusão no pacote de desafetações proposto pela gestão municipal. Essa medida foi aprovada pela Câmara de Vereadores por meio da Lei 9.775/2023.
A situação gerou ainda mais controvérsia quando o Ministério Público da Bahia emitiu uma recomendação ao prefeito Bruno Reis para cancelar o leilão, marcado para esta sexta-feira. Além disso, o MP também solicitou a participação da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, no assunto, por meio de um ofício enviado à pasta. O projeto, que propõe a desafetação de seis mil metros quadrados de área verde próximo ao Museu Carlos Costa Pinto, tem provocado preocupação entre os moradores da região, muitos dos quais expressaram sua inquietação ao BNews.















