Enquanto as investigações da Operação El Patron, deflagrada pela Polícia Federal em dezembro, continuam a cercar o deputado estadual Binho Galinha (Patriota), seu destino na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) permanece pendente, sob a supervisão dos líderes do governo e da oposição, Rosemberg Pinto (PT) e Alan Sanches (UB), respectivamente.
Embora o deputado já esteja presente na Alba, ele corre o risco de perder o mandato, uma vez que a Mesa Diretora recebeu notificação para manifestação sobre o caso, abrindo a possibilidade de instauração de um Conselho de Ética para avaliação da situação. Conforme a legislação, a maioria deve indicar cinco membros, a minoria dois, e um para o Bloco Independente. A comissão, encarregada de decidir o futuro de Binho Galinha na Casa Legislativa, está prevista para ser instalada na próxima semana, segundo informações da assessoria da Alba.
A Operação El Patron, que teve como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada na lavagem de capitais provenientes de atividades como jogo do bicho, agiotagem e receptação qualificada, teve o deputado apontado como o líder do esquema. As implicações legais continuam a se desenrolar enquanto a Alba se prepara para decidir sobre o futuro político de Binho Galinha.















