A fábrica da BYD em Camaçari, na Bahia, está se tornando famosa por seu estilo de “produção invisível”, uma tendência inovadora que desafia a lógica do tempo. Enquanto a Ford manteve suas operações por mais de 20 anos, a montadora chinesa BYD parece determinada a superar esse recorde… em adiamentos.
Segundo o porta-voz Alexandre Baldy, a BYD decidiu adotar o conceito de “tempo relativo”, onde o 1º trimestre de 2025 equivale ao 2º semestre de 2024, pelo menos na galáxia BYD. A razão para esse atraso cósmico? Bem, eles estão ocupados negociando a compra da fábrica, a informação é do site Autodata, ou tentando encontrar o manual de instruções em mandarim.
A cerimônia de lançamento está marcada para outubro deste ano, onde o presidente global da BYD, Wang Chuanfu, provavelmente aparecerá em sua nave espacial movida a energia solar. O presidente da República, Lula, também estará presente, esperando que o evento não seja transferido para uma dimensão paralela.
Por fim, sobre a extensão até 2032 dos regimes automotivos do Nordeste e do Centro-Oeste, a BYD está em suspense, esperando notícias “positivas” do Senado. O projeto está tão parado que parece estar em câmera lenta. Mas não se preocupe, caros leitores, porque em apenas 180 a 240 dias, podemos esperar “novidades” cósmicas. Quem sabe, talvez eles finalmente comecem a produzir carros… em algum lugar do universo.
Foto: Feijão Almeida/Governo da Bahia
















