No centro de um tumulto na Câmara Municipal, Téo Senna do PSDB move uma jogada audaciosa, pedindo a cassação do mandato de Átila do Congo do Patriota. O confronto acalorado eclodiu durante a recente reunião da Comissão de Constituição e Justiça, exigindo a intervenção da Assistência Militar para ser controlado.
Téo Senna, o proeminente vereador do PSDB, enviou uma denúncia contundente ao corregedor do Conselho de Ética da Casa. Ele argumenta que a postura de Átila do Congo constitui uma clara violação do decoro parlamentar, conforme delineado no Artigo 45 do Regimento Interno da Câmara. O embate escalou quando Átila chamou Téo de “sem vergonha” e o acusou de realizar “hora-extra” na Câmara. A Assistência Militar teve que intervir para conter a briga acalorada entre os dois legisladores.
Em uma entrevista à Rádio Metropole hoje, Átila do Congo lançou ameaças contra Téo Senna, insinuando que o atacaria fisicamente se fosse mais jovem. No plenário da Câmara, por outro lado, Átila confessou publicamente que recebeu orientações do presidente da Casa, Carlos Muniz do PSDB, para se desculpar.
Átila disse: “Nós enfrentamos uma pressão implacável de nossos eleitores, nossas emoções se inflamam e eu sou um indivíduo de temperamento forte. No entanto, peço desculpas se causei mágoa. Independentemente de quem iniciou o tumulto, estou certo de que ambos estavam buscando o melhor para nossa cidade. Quando ultrapassamos os limites, é nossa responsabilidade corrigir nossos erros. Se, inadvertidamente, desonrei a integridade desta Casa, não foi minha intenção.” Suas palavras renderam aplausos de seus colegas presentes no plenário.
















