Nesta segunda-feira (07) as manifestações que questionam a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022 em todo o país chegaram ao marco de uma semana.
De acordo com dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o movimento organizado por pessoas que questionam o processo eleitoral realizou mais de mil intervenções em rodovias federais,
Ao total, foram 1.048 manifestações desfeitas durante os últimos sete dias. No final da manhã desta segunda-feira a corporação ainda divulgou que oito interdições e dois bloqueios continuavam em andamento, sendo que a obstrução total de vias ocorriam nas cidades de Campos de Júlio e Rio do Sul.
Neste sábado (05) a PRF ainda chegou a informar que as rodovias federais estavam totalmente livres de bloqueios, com três interditadas parcialmente.
Também houve manifestações em bases militares, como o Comando Militar do Sudeste, em São Paulo (região do Ibirapuera), o Comando Militar do Leste, no Rio de Janeiro (praça Duque de Caxias), o Quartel General do Exército, em Brasília, além de tiros de guerra, brigadas militares, bases aéreas e quartéis em cidades de todo país. Vestidos de verde e amarelo, os manifestantes pedem socorro às Forças Armadas, por entenderem que o processo eleitoral não foi conduzido de maneira justa.
Durante o final de semana, atos voltaram a ganhar força, sem se restringir a intervenções nas vias públicas.
Neste domingo (06) centenas de manifestantes protestavam em frente ao quartel do exército no bairro da mouraria, em Salvador. Igualmente vestidos de verde e amarelo, hasteando a bandeira do Brasil e cartazes escrito “SOS Forças Armadas”, “Liberdade ao Brasil” e “Salve o Brasil”.
Uma manifestação pacífica, onde todos silenciaram no momento do arriamento da Bandeira, por volta das 18h, e em seguida cantaram o hino nacional brasileiro. Ao finalizar puxaram o coro “Eu sou Brasileiro, com muito orgulho, com muito amor” e então rezaram o Pai Nosso todos em uma só voz.
Também neste domingo (06) os manifestantes utilizaram as redes sociais para convocar uma greve geral. “Feche sua empresa, indústria, fábrica e comércio. E vamos lutar contra a instalação do comunismo”, diz uma das mensagens. A organização está sendo feita pelo Movimento Nacional Resistência Civil (MNRC), grupo que se diz composto por “lideranças de movimentos civis e juristas”. “O posicionamento do grupo não diz respeito somente sobre os resultados das eleições, mas sim sobre o restabelecimento da ordem, referente às injustiças da qual foi o processo eleitoral. Não estamos contestando as eleições somente, mas sim as violações constitucionais que ocorreram e estão ocorrendo”, afirma Léo Souza, coordenador do MNRC.
Com informações da Jovem Pan















