Público fez fila na porta do teatro após os ingressos à venda esgotarem
A atração mais aguardada da Feira Literária Internacional do Pelourinho, a Flipelô, Ailton Krenak encheu o Teatro SESC na tarde desta sexta-feira (4), no Pelourinho.
Autor de livros como A vida não é útil, Ideias para adiar o fim do mundo, O amanhã não está à venda e Lugares de origem, o escritor, filósofo, ambientalista e líder indígena, convidado para a mesa ” Com o que sonha a terra?”, mediada por Daniel Farias, trouxe para o público presente uma discussão valorosa sobre os princípios humanos na atualidade, um debate sobre a importância do cuidado com o planeta e o nosso papel como sociedade.
Durante o encontro, Krenak recitou o poema ” O homem; as viagens” de Carlos Drumond de Andrade, disse que a “humanidade despencou em um abismos cognitivo”, fez uma alerta sobre a condição humana em ser “egoísta e exclusivista”, e provocou a plateia a compartilhar com os outro a observação sobre o mundo que estamos vivendo.
“Não tem nenhum povo que nasceu escrevendo…nos desassociamos da terra quando começamos a ficar espertos demais, nos deslocamos” disse Krenak.
Foto: Fulvio Bahia | Redação Boletim Bahia
Algumas das sua obras como tornaram-se livros essenciais

















