Os indiciados assumiram que cometeram as agressões mas negam que tenham torturado os funcionários
O empresário e o gerente de loja suspeitos de queimarem as mãos dos seus funcionários, em Salvador, foram indiciados por tortura pela Polícia Civil. A ação teria acontecido devido a um suposto furto de R$ 30 do estabelecimento.
Alexandre Carvalho, empresário da loja, também foi indiciado pelos crimes de constrangimento ilegal e exercício arbitrário. Já o outro envolvido no caso, o gerente Diógenes Carvalho, só responde por tortura.
Willian de Jesus teve as mãos queimadas a ferro quente com o número 171, em referência ao artigo penal relacionado ao crime de estelionato. Ele e Marcos Eduardo Serra, também funcionário, foram agredidos com pauladas nas mãos e no corpo. Os dois negam que tenham roubado o dinheiro da loja.
As agressões ocorreram no dia 19 de agosto, mas só foram denunciadas no dia 26 de agosto. Empresário e gerente assumiram que cometeram as agressões, mas negam que tenham torturado os funcionários.
















