O presidente Jair Bolsonaro (PL) defendeu o seu ex-ministro da educação, Milton Ribeiro, durante sua live semanal nesta última quinta-feira (23). Milton foi preso nesta última quarta-feira (22), após a Polícia Federal realizar uma operação que investiga suposto índicios de pagamento de propina e atuação de lobistas no processo de liberação de verbas do ministério de educação a municípios.
O presidente também criticou o juiz federal Renato Borelli, que determinou a prisão de Milton. Porém, Milton já foi solto por decisão do desembargador Ney Bello, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).
“O juiz que decretou a prisão foi o mesmo que no ano passado de uma sentença, uma liminar, que cada vez que alguém me visse na rua sem máscara ele iria me multar em R$ 2 mil”, afirmou o presidente. Segundo Bolsonaro, o juiz já abriu várias ações “contra o governo”. “Não é competência dele, todas [as ações] foram arquivadas”, disse o presidente.
Na live, Bolsonaro argumentou que “o tipo de corrupção da qual Ribeiro é acusado não se compara a casos de governos anteriores” por se tratar de suposto tráfico de influência na liberação de recursos da pasta a prefeituras por intermediação de dois pastores. Bolsonaro disse que Milton “nem deveria ter sido preso”.
















