O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), confirmou nesta sexta-feira (18) a validade do decreto que permite o reajuste dos benefícios do programa Bolsa Família.

Mendes atendeu ao pedido da Advocacia-Geral da União (AGU).
Para o ministro, o reajuste não viola as regras eleitorais e constitui medida legal para atualizar o piso do programa.
“A medida não envolve criação de novo benefício, alteração dos critérios de elegibilidade ou ampliação do universo de beneficiários. Trata-se apenas de atualização dos valores das prestações integrantes de programa social já existente, mediante critério objetivo de correção monetária”, afirmou Mendes.
A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o reconhecimento da legalidade do decreto. O reajuste foi anunciado nesta quinta-feira (17) pelo governo federal. O benefício do Bolsa Família será reajustado em 15%, a partir de 1º de outubro.
O valor mínimo do benefício ficará em R$ 691. O valor médio pago chegará a R$ 777.
Na petição enviada ao Supremo, a AGU sustenta que o reajuste também está em conformidade com a legislação eleitoral e não representa benefício novo.
* Em atualização
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