Governador, Rui Costa e Jaques Wagner são obrigados a retirar vídeos do Instagram após decisão do TRE-BA; reincidência acende alerta sobre uso sistemático de IA sem transparência
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou a remoção definitiva de três vídeos publicados no Instagram de Jerônimo Rodrigues, Rui Costa dos Santos e Jaques Wagner. Todos foram produzidos com inteligência artificial sem a identificação obrigatória exigida pela legislação eleitoral. A decisão é de 24 de agosto de 2026.
Não é novidade. Não é surpresa. É reincidência.
O que foi decidido
Os vídeos utilizavam animação 3D, modelagem hiper-realista e estética de videogame pixel art para promover os candidatos — sem aviso sonoro, marca d’água ou audiodescrição. O TRE-BA foi categórico: formato artístico não exime o candidato do dever de transparência. O Facebook bloqueou as três URLs por ordem judicial.
Reincidência que não é coincidência
Quando um grupo político é condenado uma vez, fala-se em equívoco. Duas vezes, descuido. Na quinta condenação, só resta uma palavra: desrespeito — à lei, ao eleitor e às regras do jogo democrático. O PT e seus aliados na Bahia acumulam um histórico constrangedor de ações perdidas no TRE-BA em 2026, e a pergunta que fica é inevitável: até quando?
A Justiça funcionou. O eleitor precisa saber
O sistema funcionou: a representação foi apresentada, julgada procedente e os vídeos retirados. Mas é preciso que o eleitor baiano entenda o que está por trás dessas condenações. Não é perseguição. Não é censura. É o cumprimento de regras que existem para garantir um voto informado e consciente. Um grupo político que chega à quinta condenação não merece o benefício da dúvida. Merece escrutínio.
Com informações do processo nº 0601706-14.2026.6.05.0000 — TRE-BA, decisão de 24 de agosto de 2026.

















