Presidente da ACB destacou no Conexa 2026 que o desenvolvimento econômico passa pelo fortalecimento do empresariado, do associativismo e de um ambiente favorável aos negócios
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Isabela Suarez leva visão otimista da ACB ao Conexa 2026 e destaca força do empreendedorismo
Representando a ACB no Conexa 2026, em Florianópolis, a presidente Isabela Suarez levou ao evento uma mensagem direta sobre crescimento econômico, desenvolvimento regional e valorização do empreendedorismo como motor da transformação social.
O encontro, considerado um dos principais eventos de liderança, inovação e empreendedorismo de Santa Catarina, reuniu representantes do setor produtivo, autoridades públicas e lideranças associativistas de várias regiões do país. E foi justamente a experiência catarinense que chamou atenção da dirigente baiana.
Durante sua participação, Isabela destacou a diferença estrutural no relacionamento entre o poder público e as associações comerciais em Santa Catarina. Segundo ela, o estado construiu um modelo em que o empresariado é tratado como parceiro estratégico do desenvolvimento — e não como adversário político ou econômico.
A fala reforça uma visão cada vez mais consolidada entre lideranças empresariais brasileiras: crescimento sustentável acontece quando há cooperação entre iniciativa privada e gestão pública eficiente. Para Isabela, o fortalecimento das associações comerciais é parte essencial desse processo, porque elas funcionam como pontes entre os empresários, os municípios e os projetos de desenvolvimento.
Um dos trechos mais fortes do discurso foi justamente a reflexão ouvida durante o congresso e repercutida pela presidente da ACB: “O Estado não produz riqueza. Quem produz riqueza são as empresas.” A frase resume a linha de pensamento defendida no evento: são os empreendedores que movimentam a economia, geram empregos, renda, investimentos e inovação.
Na avaliação de Isabela Suarez, o papel do poder público deve ser o de criar condições para que esse ecossistema prospere. Menos burocracia, segurança jurídica, incentivo à abertura de empresas e políticas tributárias inteligentes foram apontados como pilares fundamentais para acelerar o crescimento econômico.
Ao citar Santa Catarina como exemplo, a presidente destacou fatores que colocaram o estado em posição de referência nacional, como a política de ICMS mais competitiva e uma legislação mais favorável para novos negócios. O resultado, segundo ela, aparece na prática: desenvolvimento regional forte, turismo consolidado, empreendedorismo ativo e associações comerciais com protagonismo real.
A participação da ACB no Conexa 2026 também reforçou o papel do associativismo empresarial como ferramenta de transformação econômica. Para Isabela, unir empresários em torno de pautas comuns fortalece o setor produtivo e amplia a capacidade de influência em temas decisivos para o país.
O tom da participação foi de confiança no potencial brasileiro. A mensagem deixada pela dirigente é clara: quando o ambiente favorece quem empreende, toda a sociedade avança junto. Mais empresas fortes significam mais empregos, mais circulação de renda e mais oportunidades.
Diretamente de Florianópolis, a ACB voltou a defender um modelo de desenvolvimento baseado em competitividade, cooperação institucional e liberdade para produzir. E a leitura feita por Isabela Suarez no congresso aponta para um caminho cada vez mais evidente no cenário econômico atual: países e estados que prosperam são aqueles que entendem que apoiar o empreendedor não é privilégio — é estratégia de crescimento.
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