Com foco nos pequenos e médios empresários, presidente aposta em diálogo, atuação institucional e suporte prático para fortalecer o ambiente de negócios na Bahia
À frente da Associação Comercial da Bahia, a presidente Isabela Suarez imprime um ritmo mais pragmático e conectado com a base empresarial. A proposta da gestão é direta: transformar a entidade em um agente ativo de defesa e suporte ao setor produtivo, com foco claro nos pequenos e médios empresários.
Advogada e empresária, Isabela assumiu o comando da ACB em julho de 2025, para o biênio 2025–2027, em um movimento que marca uma inflexão dentro de uma instituição historicamente tradicional. A chegada dela já sinalizava uma mudança de abordagem menos formalismo e mais execução.
Desde a posse, tem participado de audiências estratégicas com representantes do poder público e lideranças econômicas, defendendo maior protagonismo da classe empresarial nas decisões estruturais.
Na mesa, pautas como melhoria do ambiente de negócios, redução da burocracia e mais segurança jurídica — gargalos antigos que continuam travando quem empreende.
O diferencial da gestão está no foco. O pequeno e médio empresário, que normalmente fica à margem dessas discussões, passa a ocupar o centro da estratégia.
A leitura é simples: é esse segmento que sustenta a economia real e precisa de suporte concreto, não só institucional.
Entre os principais desafios apontados por Isabela está a perda de força das entidades representativas ao longo do tempo, o que reduziu a capacidade de influência do setor produtivo.
A resposta vem em forma de reposicionamento: mais presença, mais articulação e mais abertura.
Outro ponto crítico é o ambiente de negócios ainda complexo, especialmente para quem não tem estrutura robusta.
Nesse cenário, a ACB busca atuar como um hub de apoio oferecendo orientação, conectando empresários e ampliando o acesso a decisões que impactam diretamente o dia a dia das empresas.
O legado que Isabela Suarez quer construir é objetivo: uma Associação mais acessível, menos burocrática e funcional.
Uma entidade que esteja aberta ao diálogo e preparada para oferecer suporte real aos pequenos e médios empresários seja na representação, na orientação ou na articulação institucional.
Sem promessa abstrata. A entrega aqui é prática

















