a
Impasses em modelo de negócio e tempo de vínculo esfriam negociação e forçam clube a rever estratégia no mercado
A negociação entre o Vitória e o atacante David Corrêa, atualmente no Vasco, entrou em rota de colisão e está praticamente congelada. Apesar da sinalização positiva do clube carioca para liberar o jogador, as condições impostas pelo estafe do atleta inviabilizaram o avanço do acordo.
A proposta rubro-negra previa a contratação por empréstimo, mas os representantes do atacante condicionaram a liberação a termos mais rígidos. Entre as exigências estão uma cláusula de compra obrigatória caso o jogador atinja um número mínimo de partidas, além da assinatura de um contrato de longa duração, cenário que não se encaixa no planejamento financeiro e esportivo do Vitória para a próxima temporada.
Internamente, a diretoria avalia que os riscos do negócio superam os benefícios, especialmente diante do histórico recente do atleta e do custo envolvido. Com isso, o clube decidiu não avançar nos moldes atuais e já direciona o radar para outras opções disponíveis no mercado.
Revelado pelo próprio Vitória, David teve passagem marcante entre 2015 e 2017, o que gerou expectativa por um possível retorno. No entanto, o peso contratual exigido pelo jogador transformou a negociação em um impasse e afastou, ao menos por agora, a possibilidade de um reencontro.

















