Familiares confirmam morte do artista jamaicano após complicações de pneumonia; carreira marcou gerações e manteve fortes vínculos com a Bahia
Jimmy Cliff, um dos nomes mais influentes do reggae e símbolo da projeção mundial da música jamaicana, morreu aos 81 anos. A família informou que o artista sofreu uma convulsão decorrente de um quadro de pneumonia. A confirmação foi feita na madrugada desta segunda-feira (24) por sua esposa, Latifa, que relatou que o músico vinha recebendo acompanhamento médico contínuo.
Segundo a nota, a família agradeceu as manifestações de apoio recebidas e pediu respeito ao período de luto. Informações adicionais deverão ser divulgadas posteriormente.
O vínculo de Cliff com o Brasil atravessou décadas e ganhou força na Bahia. Em Salvador, em 1992, nasceu sua filha Nabiyah Be, fruto da relação com a psicóloga baiana Sônia Gomes da Silva. A atriz estreou em Hollywood no filme Pantera Negra, reforçando a conexão do artista com o estado e sua cena cultural.
Com uma trajetória extensa, Jimmy Cliff construiu uma obra que ultrapassou fronteiras. Canções como The Harder They Come e Many Rivers to Cross tornaram-se marcos do reggae e influenciaram gerações de músicos, além de contribuir para a difusão da cultura jamaicana no cinema e na indústria fonográfica mundial.

















