Enquanto o país enfrenta desafios econômicos e ambientais, os principais dirigentes da COP30, Ana Toni, CEO da conferência, e o embaixador André Corrêa do Lago, acumularam gastos com viagens internacionais que ultrapassam R$ 1,2 milhão apenas neste ano.
Ana Toni foi responsável por R$ 675 mil, incluindo R$ 153 mil em diárias, e Corrêa do Lago registrou R$ 640 mil em despesas, com R$ 175 mil em diárias. Entre os 17 países visitados estão Alemanha, Austrália, China, Estados Unidos, França, Índia, Malásia e Reino Unido.
O levantamento revela o peso do investimento público em deslocamentos, enquanto o Brasil se prepara para sediar a conferência global de mudanças climáticas, suscitando questionamentos sobre prioridades e transparência na gestão dos recursos da COP30.

















