O clássico Ba-Vi de número 500, disputado na tarde deste sábado (1º) na Arena Fonte Nova, foi marcado por um empate sem gols (0 a 0) e uma atuação abaixo das expectativas tanto das equipes quanto do árbitro. O confronto, válido pela sexta rodada do Campeonato Baiano, apresentou um futebol apático, com pouca inspiração ofensiva e decisões questionáveis do juiz Bruno Pereira Vasconcelos, que teve papel controverso ao não marcar um pênalti claro para o Bahia, além de distribuir cartões amarelos sem critério.
O Vitória segue líder da competição com 12 pontos, enquanto o Bahia ocupa o terceiro lugar, com nove pontos. Mesmo com as equipes brigando pela liderança do campeonato, o desempenho em campo deixou a desejar. As poucas oportunidades criadas por ambas as partes foram bem desperdiçadas, e os goleiros Danilo Fernandes e Lucas Arcanjo não foram exigidos em grandes defesas.
O árbitro também teve sua parcela de responsabilidade, com falhas que prejudicaram o andamento do jogo. A principal delas ocorreu aos 15 minutos, quando o Bahia pediu pênalti em Cauly, após toque de Juba na bola dentro da área. A decisão de seguir o jogo sem a marcação gerou insatisfação da torcida e dos jogadores.
No segundo tempo, a tônica continuou a mesma, com poucas finalizações e falhas de ambos os lados. Apesar de alguma pressão do Tricolor nos minutos finais, o jogo se arrastou até o apito final sem grandes emoções, deixando um gosto amargo para os torcedores que esperavam mais do histórico duelo.
Agora, ambas as equipes voltam suas atenções para a Copa do Nordeste, onde terão novos desafios. O Vitória enfrentará o Sousa-PB na próxima terça-feira (4), e o Bahia visita a Juazeirense no dia seguinte.

















