A delação premiada de Ronnie Lessa trouxe à tona informações cruciais sobre o assassinato de Marielle Franco. Entre as revelações, destaca-se a tentativa de execução anterior à data em que a vereadora e seu motorista, Anderson Gomes, foram mortos. Lessa, ex-policial militar preso pela execução do crime, revelou que o plano inicial para matar Marielle foi arquitetado em 2017.
O monitoramento de Marielle começou em setembro de 2017, quando ela residia no centro do Rio de Janeiro. A informação veio à público após a retirada do sigilo da delação por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, nesta sexta-feira (7).
Lessa contou que o prédio onde Marielle morava era “de difícil acesso” e frequentemente havia “policiais andando na calçada”. Além disso, o imóvel não possuía estacionamento, o que impossibilitava saber se a vereadora guardava seu carro no local ou na rua.















