Porto Alegre, 1º de maio de 2024 – As tempestades que assolam o Rio Grande do Sul desde segunda-feira (29) já deixaram um rastro de destruição, com pelo menos seis mortos e 18 pessoas desaparecidas até o momento. Os temporais causaram estragos em 104 cidades do estado, resultando em 198 desabrigados e 95 desalojados, de acordo com informações da Defesa Civil.
O governador Eduardo Leite (PSDB) comparou a situação atual das chuvas àquela vivida em novembro do ano anterior, destacando que, naquela ocasião, os transtornos foram dispersos e resultaram em cinco mortes, ao contrário das enchentes de setembro, que causaram mais de 50 óbitos.
Os desaparecimentos foram concentrados principalmente nos municípios de Candelária (oito pessoas), Encantado (seis), Roca Sales (quatro), São Vendelino (dois) e Salvador do Sul (um). Uma ponte de concreto foi arrastada pela correnteza do Arroio Barramansa, em Santa Tereza, devido às chuvas intensas.
Diante da gravidade da situação, o governo federal mobilizou dois helicópteros da Força Aérea Brasileira (FAB) para realizar buscas nas áreas mais afetadas, incluindo Santa Cruz do Sul, Sinimbu e Candelária, com o objetivo de resgatar pessoas ilhadas e prestar assistência às comunidades atingidas pelos temporais.















