O deputado Rosemberg Pinto (PT) parece ter atingido um novo patamar de genialidade na política ao declarar que as sessões plenárias na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) são “irrelevantes” quando não há votação. Sua visão ousada sugere que o plenário, o coração da legislação, deveria servir apenas para finalizar e votar projetos. Por que desperdiçar tempo com debates e discussões quando podemos simplesmente votar?
Ele vai além ao defender a eliminação dessas sessões inúteis. Aparentemente, para Rosemberg Pinto, a democracia e a participação parlamentar são secundárias. Ele propõe a brilhante ideia de ter apenas duas sessões plenárias por semana, reservadas para a votação de projetos, como se o debate público e a troca de ideias fossem mera formalidade.
Mas não se preocupe, o deputado tem um plano para nos consolar. Ele sugere que as segundas-feiras sejam dedicadas a debates nas comissões temáticas, como se a única forma de valorizar a casa legislativa fosse eliminar qualquer discussão no plenário. Afinal, quem precisa de debates quando se pode simplesmente impor decisões?
Rosemberg Pinto também demonstra grande compreensão ao afirmar que é impossível esperar que os deputados participem de sessões sem pauta de votação. Afinal, por que os legisladores deveriam se preocupar em discutir questões importantes quando podem estar em outro lugar? Sua visão do papel do Legislativo é verdadeiramente inovadora, se você considerar a inovação como um retrocesso.
Em resumo, Rosemberg Pinto nos brindou com uma visão incrível da política, onde o debate e a participação pública são irrelevantes, e o plenário serve apenas como uma máquina de carimbo. Quem poderia pedir por algo mais?
Foto: Ascom/ Rosemberg Pinto

















