Foto: secom
Nesta quarta-feira (11), a Prefeitura de Salvador entregou mais um lote de residências reformadas pelo programa Morar Melhor, beneficiando 219 famílias na comunidade do Coroado, em São Marcos. Esta é a terceira vez que o programa habitacional chega a esse bairro, totalizando 1.218 casas reformadas na comunidade.
O prefeito Bruno Reis enfatizou o impacto positivo das intervenções, como a nova iluminação em LED, que tem melhorado a qualidade de vida dos moradores nos últimos anos. Com a entrega das reformas das casas, os residentes têm ainda mais motivos para sorrir, pois suas casas se tornaram lugares mais confortáveis e dignos. Bruno Reis destacou a importância da Morar Melhor em atender às necessidades dos cidadãos, ressaltando que a casa é um lugar fundamental na vida das pessoas.
O prefeito também destacou o programa como um exemplo de mudança positiva na cidade, atendendo aos anseios da população. Desde o início das atividades em 2015, o Morar Melhor, gerido pela Secretaria de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), já reformou 43.258 imóveis em cerca de 300 localidades da capital baiana, transformando a vida de milhares de cidadãos e proporcionando espaços mais dignos e saudáveis para suas famílias.
Uma das beneficiárias do programa, Elisete dos Santos, compartilhou sua história de vida, destacando como o Morar Melhor tornou realidade o sonho de reformar sua casa, proporcionando-lhe um lar agradável e funcional para sua família. Os serviços executados pelo programa são escolhidos pelos próprios moradores, abrangendo desde pintura e reboco até a instalação de novos telhados, portas, janelas, pias e vasos sanitários.
O programa Morar Melhor adota critérios como a precariedade dos bairros, baseados em dados do IBGE de 2010, a predominância de domicílios com alvenaria sem revestimento, a presença de famílias em situação de pobreza, a predominância de mulheres chefes de família, a densidade habitacional e a observação da precariedade habitacional no processo de seleção. Não são contemplados imóveis em situação de risco, propriedades de aluguel ou famílias com renda superior a três salários mínimos.
















