Os líderes das nações amazônicas aprovaram a Declaração de Belém durante a Cúpula da Amazônia no Pará, com foco na colaboração para proteger a floresta e deter o desmatamento.
Embora debatida, a exploração de petróleo na região foi abordada com a necessidade de diálogo sobre a sustentabilidade de setores como mineração. O presidente colombiano, Gustavo Petro, criticou a exploração de combustíveis fósseis, destacando questões éticas e o papel da ciência.
Apesar das metas vagas, os países concordaram em criar a Aliança Amazônica de Combate ao Desmatamento, contrastando com a postura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que buscava objetivos mais claros.
A Declaração de Belém indica passos rumo à cooperação regional, mas a falta de definições detalhadas deixa dúvidas sobre medidas concretas para proteção florestal e redução do desmatamento.















