Boletim Bahia
  • Últimas
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Exclusivas
  • Colunas
  • Entretenimento
    • Esporte
    • Música
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Boletim Bahia
  • Últimas
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Exclusivas
  • Colunas
  • Entretenimento
    • Esporte
    • Música
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Boletim Bahia

Casa Civil se recusou a planejar ações e atuar em imunização contra a Covid.

Redação Boletim Bahia por Redação Boletim Bahia
6 anos atrás
em Brasil
A A
Casa Civil se recusou a planejar ações e atuar em imunização contra a Covid.
Share on Facebook
FacebookXPinterestLinkedIn

A Casa Civil da Presidência da República se recusou, em setembro, a planejar ações de imunização da população brasileira contra a Covid-19, a identificar os riscos existentes naquele momento na produção e compra de vacinas e a atuar em conjunto com o Ministério da Saúde na elaboração de um plano.

Uma proposta só foi apresentada ao país, pela Saúde, três meses depois.

O plenário do TCU (Tribunal de Contas da União) determinou, em 12 de agosto, que o ministério comandado pelo general Walter Braga Netto apresentasse em 15 dias ações planejadas e indicações de riscos para a vacinação.

Além disso, em 60 dias, deveria haver um plano com o Ministério da Saúde e secretarias estaduais de Saúde.

Related Post

Capitão Alden apresenta resumo das principais ações de mandato

Capitão Alden apresenta resumo das principais ações de mandato

3 dias atrás
Crise no STF reacende debate sobre limites dos Poderes, diz Luciana Buck

Crise no STF reacende debate sobre limites dos Poderes, diz Luciana Buck

1 semana atrás
Tenóbio ganha mais uma!

Tenóbio ganha mais uma!

4 semanas atrás
Convenção do União Brasil reúne multidão em Salvador e abre oficialmente a campanha eleitoral na Bahia

Convenção do União Brasil reúne multidão em Salvador e abre oficialmente a campanha eleitoral na Bahia

2 meses atrás

Em 10 de setembro, a Casa Civil contestou a decisão e disse ter “incompetência institucional” para adotar as três medidas. A política de vacinação, segundo a pasta, é exclusiva do Ministério da Saúde.

À Folha a Casa Civil afirmou em nota que não houve recusa ou omissão, que adotou “inúmeras ações interministeriais” para mitigar os efeitos da pandemia e que criou um grupo de trabalho de vacinação para coordenar “esforços” da União.

O grupo foi criado no mesmo dia em que o ministério apresentou o recurso ao TCU.

A contestação, elaborada pela AGU (Advocacia-Geral da União) a partir de nota técnica da Subchefia de Articulação e Monitoramento da Casa Civil, chega a afirmar que o Planalto poderia atuar caso se constatasse uma “insuficiência de determinada política pública”.

“Fosse o caso de uma política transversal, uma atividade de coordenação entre os ministérios ou caso houvesse uma avaliação ‘ex post’ da insuficiência de determinada política pública, a Casa Civil da Presidência da República poderia atuar na reformulação da política, mas não é esse o caso”, afirma o recurso encaminhado ao TCU.

No governo de Jair Bolsonaro, a Casa Civil foi designada para coordenar o comitê de crise no enfrentamento à pandemia.

Em abril, Braga Netto foi alçado pelo presidente ao protagonismo no combate à Covid-19, em razão da crise detonada no Ministério da Saúde naquele mês.

O então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ganhava holofotes na crise, o que incomodou Bolsonaro. Mandetta foi demitido do cargo em 16 de abril por discordar da agenda negacionista do presidente.

Com a confirmação de outro general no cargo de ministro da Saúde, Braga Netto submergiu. O general da ativa Eduardo Pazuello segue à risca a cartilha de Bolsonaro.

Pazuello só apresentou um plano nacional de vacinação em 12 de dezembro, por pressão do STF e partidos de oposição. O ministro atrasou o começo da imunização no país, que segue sem doses suficientes para vacinação em massa.

Desde o dia 25, o general é formalmente investigado em inquérito aberto pelo STF. A suspeita é de que ele cometeu crimes ao se omitir na crise do oxigênio no Amazonas.

Como coordenadora das ações na crise da pandemia, a Casa Civil não falhou apenas na apresentação de ações e identificação de riscos na vacinação dos brasileiros, segundo uma auditoria do TCU aprovada em dezembro. O tribunal listou uma série de falhas na atuação do ministério.

Os planos estratégicos elaborados para o enfrentamento à pandemia são inconsistentes, segundo o TCU, e há uma deficiência na gestão de riscos. Não há coerência entre objetivos e metas traçadas, conforme a auditoria.

Falta ainda um “esforço sinérgico e coordenado” por parte da Casa Civil. Essa desorientação pode gerar um desperdício de recursos públicos, cita a auditoria.

“As inconsistências têm elevado potencial de comprometer a obtenção dos resultados que se pretendem alcançar com sua implementação, podendo gerar desperdício de esforços e de recursos a serem alocados às ações estabelecidas”, afirma o TCU em um acórdão aprovado pelos ministros em 8 de dezembro.

A Casa Civil já se recusou a incluir representantes de entidades médicas e do conselho de secretários de Saúde no comitê de crise. Também brigou, em recurso ao TCU, para manter em segredo o conteúdo das atas das reuniões do comitê de crise e do centro de coordenação de operações.

No caso da vacinação, ministros do TCU manifestaram preocupação com a inação do governo brasileiro para providenciar ações num momento em que outros países já estavam em fase avançada de testes de vacinas.

Por isso, ainda em agosto, optou-se por determinar que a Casa Civil agisse na imunização, com prazo determinado. A partir da notificação da decisão ao secretário-executivo da pasta e da elaboração de notas técnicas, a decisão do TCU foi contestada.

“Não compete à Casa Civil a elaboração de planos ou a execução da política nacional de saúde e ações governamentais para a produção e/ou aquisição de vacinas, bem como para a imunização da população em geral”, afirmou a AGU no recurso, em nome da Casa Civil.

“Apesar de o planejamento sobre esse assunto exigir indiscutivelmente a atuação de vários órgãos setoriais, isso não pode justificar ingerência em competências institucionais próprias do Ministério da Saúde”, prosseguiu.

“Não compete à Casa Civil a elaboração nem a execução de política setorial. A atividade de coordenação é mais de caráter político-estratégico.”

O TCU analisou o recurso em 2 de dezembro. Os ministros viram perda de objeto em parte das determinações e aceitaram o argumento de que caberia ao Ministério da Saúde dar uma resposta concreta sobre a vacinação.

Oito dias antes, numa ação em curso no STF, o ministro Ricardo Lewandowski havia antecipado um voto em que defendeu a obrigação de o governo apresentar um plano de vacinação em 30 dias.

Em 12 de dezembro, o Ministério da Saúde apresentou um plano ao STF, sem uma data de início da imunização.

No fim de dezembro, a área técnica do TCU voltou a cobrar da Casa Civil que coordene ações de vacinação.

Um ofício expedido no dia 22 questionou quais ações estavam em curso desde outubro, como se dá a coordenação com o Ministério da Saúde para a imunização e qual a estratégia do governo diante da segunda onda da pandemia.

O prazo dado para uma resposta foi até 8 de janeiro. Questionada pela Folha, a Casa Civil não informou se o ofício foi respondido e qual a posição em relação às cobranças feitas pelo TCU.

“É de conhecimento público o fato de o Ministério da Saúde ser o responsável pela coordenação do Programa Nacional de Imunização, reconhecido internacionalmente por sua excelência. Esse posicionamento, em hipótese alguma, representa recusa ou ausência de participação da Casa Civil nas discussões sobre o tema”, disse o ministério, em nota.

As respostas à pandemia são feitas de maneira sistemática, disse, levando-se em conta “o ineditismo, a incerteza e a imprevisibilidade da pandemia”.

O grupo de trabalho criado para tratar de vacinação atua na coordenação da aquisição e distribuição de vacinas, diz a nota. “Esse grupo já se reuniu em diversas oportunidades, mantendo-se ativo no acompanhamento das questões relacionadas à vacinação.”

Sobre a manutenção do segredo das atas das reuniões dos comitês de crise, a Casa Civil afirmou que as reuniões têm natureza preparatória de ações e que muitas delas não chegam a ser implementadas.

“A divulgação prematura poderia gerar impactos e expectativas sobre a sociedade que eventualmente poderiam ser frustradas. Uma vez efetivadas, as decisões são amplamente divulgadas.”

A Casa Civil não respondeu sobre as outras falhas apontadas pelo TCU.

Fonte: Bahia notícias

Redação Boletim Bahia

Redação Boletim Bahia

A Redação Boletim Bahia é formada por jornalistas e colaboradores comprometidos em informar com responsabilidade, agilidade e independência. Com foco nos principais acontecimentos da Bahia e um olhar atento para as pautas locais, buscamos ampliar vozes, fiscalizar o poder e valorizar histórias que impactam a vida da população.

Related Posts

Capitão Alden apresenta resumo das principais ações de mandato
Brasil

Capitão Alden apresenta resumo das principais ações de mandato

por Redação Boletim Bahia
14/09/2026
Crise no STF reacende debate sobre limites dos Poderes, diz Luciana Buck
Brasil

Crise no STF reacende debate sobre limites dos Poderes, diz Luciana Buck

por Redação Boletim Bahia
10/09/2026
Tenóbio ganha mais uma!
Brasil

Tenóbio ganha mais uma!

por Redação Boletim Bahia
22/08/2026
Próximo Post
Brasil poderá deixar de produzir 150 bilhões por causa de atraso na vacinação.

Brasil poderá deixar de produzir 150 bilhões por causa de atraso na vacinação.

Bahia encara o Vasco em confronto direto contra o rebaixamento

Bahia encara o Vasco em confronto direto contra o rebaixamento

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Tendências
  • Comentários
  • Mais recente
Internauta pede a Xandy conselho inusitado

Internauta pede a Xandy conselho inusitado

25/05/2022
Revitalização de Paramana transforma a comunidade e impulsiona turismo e economia local

Revitalização de Paramana transforma a comunidade e impulsiona turismo e economia local

04/09/2026
Marquinho do Leite articula evento em Feira de Santana com lideranças políticas e do agronegócio

Marquinho do Leite articula evento em Feira de Santana com lideranças políticas e do agronegócio

30/08/2025
Corrida 100% Você vira dor de cabeça em Salvador e escancara falhas graves de organização

Corrida 100% Você vira dor de cabeça em Salvador e escancara falhas graves de organização

11/01/2026
“Sou feita de cicatrizes e gratidão” | São João e Forró – Bão demais! – Por Fabi Costa

“Sou feita de cicatrizes e gratidão” | São João e Forró – Bão demais! – Por Fabi Costa

0
“Sou feita de cicatrizes e gratidão” | 28.06 – Meu aniversário – Por Fabi Costa

“Sou feita de cicatrizes e gratidão” | 28.06 – Meu aniversário – Por Fabi Costa

0
“Sou feita de cicatrizes e gratidão” | São João – Por Fabi Costa

“Sou feita de cicatrizes e gratidão” | São João – Por Fabi Costa

0
“Sou feita de cicatrizes e gratidão” | Banda Azabumba – Por Fabi Costa

“Sou feita de cicatrizes e gratidão” | Banda Azabumba – Por Fabi Costa

0
Fiji declara emergência nacional por HIV com 1 caso a cada 60 pessoas

Fiji declara emergência nacional por HIV com 1 caso a cada 60 pessoas

17/09/2026
Moradores de Paraibuna e Itirapina poderão usar FGTS após chuvas

Array

17/09/2026
Pesquisadores debatem em Brasília o papel da comunicação pública

Pesquisadores debatem em Brasília o papel da comunicação pública

17/09/2026
Partido Verde oficializa apoio à candidatura de Lula para reeleição

A quarta-feira dos presidenciáveis: Principais momentos e debates

17/09/2026
Boletim Bahia

© 2025 Boletim Bahia - Powered By JP Full Satck PHP.

Notícias e Informação

  • Anuncie Conosco…
  • Política de Privacidade

Siga-nos...

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Últimas
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Exclusivas
  • Colunas
  • Entretenimento
    • Esporte
    • Música

© 2025 Boletim Bahia - Powered By JP Full Satck PHP.